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Alunos do Instituto Federal do Tocantins visitam Museu da Escola de Minas da UFOP

  • Publicado: Segunda, 20 de Fevereiro de 2017, 14h45
  • Última atualização em Quinta, 09 de Março de 2017, 16h14

Gabriel Campbell

O Museu da Ciência e Técnica da Escola de Minas da UFOP recebeu, no final do último mês, um grupo de 42 alunos do curso técnico em Meio Ambiente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO). Os estudantes passaram pelos setores de topografia, geodésica e desenho e pelo laboratório de astronomia. 

De acordo com a organização da excursão, a visita é resultado de uma premiação aos estudantes vencedores da Spanglish, uma feira de idiomas organizada há quatro anos pela instituição. O objetivo foi promover o contato dos alunos de maneira prática em relação aos conteúdos aplicados em sala de aula. 


Na feira, as turmas são divididas em países e, sempre que uma turma ganha, o prêmio é uma visita técnica de acordo com a área do curso deles que, no caso, foi a de Meio Ambiente. “Eles observam a prática da teoria que eles aprendem em sala de aula, através dos instrumentos disponibilizados no Museu”, complementa a professora do IFTO Márcia do Vale.


Bianca Ferreira, estudante do IFTO, já esteve em outros museus, mas, segundo ela, nenhum deles tinha essa riqueza de conhecimento. “Nada do que eu vi se compara a Ouro Preto”, revela.

 

                                                                                                                                                                                      Arquivo pessoal


O professor da Escola de Minas Almir Ferreira, que coordena o projeto Astronomia para Todos, explicou detalhadamente como funcionam os instrumentos dos laboratórios. O telescópio refrator do laboratório de astronomia da Escola de Minas, sendo um dos maiores do Brasil no seu gênero, foi o destaque a visita. “As aulas se tornaram mais dinâmicas, uma vez que os alunos estavam em contato com o equipamento no local”, afirma Almir.


O grupo ainda foi a Mariana conhecer o local do rompimento da barragem da Samarco. “Observamos que aqui no entorno tem a cidade de Mariana, onde aconteceu o desastre da barragem, e as minas. Além disso, a gente pôde explorar um pouco de arte, história e arquitetura da região. Pudemos casar bem esses assuntos que vão ao encontro do curso dos alunos”, salienta a professora Márcia. 



O estudante Marcos Paulo, também do curso de Meio Ambiente, diz que é um aprendizado novo, porque estão conhecendo além do papel e da internet. “Pudemos ver de perto o desastre da mineradora em Mariana, o que agrega ao nosso curso em ambiental”, comenta.



De acordo com Almir, o aluno que vem visitar tem o contato com o bolsista que, como estudante, está mais próximo dele e também tem suas dificuldades. "O graduando consegue fazer com que a informação chegue de uma forma menos técnica, mais prática e objetiva para o aluno". 


O Museu da Escola de Minas é aberto à visitação pública. “A atenção maior é dada às escolas públicas, pela escassez de recurso e peças que poderiam enriquecer o aprendizado”, detalha Almir.



HISTÓRICO - O projeto Astronomia Para Todos surgiu no segundo semestre de 2016, de uma ideia de retomar as pesquisas no laboratório de astronomia. Hoje, o laboratório passou a ser um órgão auxiliar na Escola de Minas, fazendo parte do organograma da escola. "A partir daí, buscamos alunos interessados em projeto de extensão e passamos a fazer uma releitura das peças do acervo de topografia, astronomia, geodésica e desenho", explica Almir.  São quatro bolsistas remunerados e 12 voluntários atuando no projeto, todos alunos da universidade, e fazem cursos que vão de engenharia até história. “Buscamos agregar o conceito de multidisciplinaridade ao projeto

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